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Depois de passar oito anos na banda Abrantes, o cantor e compositor Felipe Izar finalmente fez sua estreia em carreira solo com o álbum O Amor, A Escuridão E A Esperança.

Produzido pelo multi-instrumentista Thiago Arruda (atual guitarrista da banda de Ed Motta), o disco apresenta dez canções compostas por Izar. Nestas, o músico trata do cotidiano das pessoas, cantando sobre amor, melancolia, vitórias, derrotas, medo, rotina, catástrofe e esperança. Em termos de sonoridade, as faixas remetem o ouvinte ao universo do pop, rock e MPB — com notável influência de artistas mineiros (terra natal do artista), assim como de bandas internacionais consagradas (Beatles e Beach Boys, por exemplo).

Durante os dois anos que levaram o trabalho de ideia a produto final, Izar (que gravou as vozes, guitarras e violões) contou com a participação de renomados profissionais da música capixaba. Além de seu produtor (que tocou guitarra, baixo e bateria), o processo também recebeu Lucas Arruda (responsável pelos teclados) e Edu Szajnbrum (que cuidou da percussão).

Já na etapa de mixagem, as canções passaram pelas mãos de Alexandre Barcelos, no estúdio Funky Pirata, e de Raphael Herdy, que mixou a faixa “Poesia”, na Torre Inc. Para fechar a obra, a masterização foi conduzida pelo argentino Sebastian Duran e a identidade visual de O Amor, A Escuridão E A Esperança foi concebida pela artista Nina Salgado.

Do material lançado, nossos destaques vão para a atmosférica “Hoje”, que chega logo após a rítmica abertura do disco, e “Vivo”, que fecha o trabalho com maestria em meio a toda a sua quase psicodelia. Não deixe de escutá-las.

Texto: João Depoli; Foto de capa: Ademir Ribeiro.

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