Sandrera comenta sua relação com Raul Seixas e a psicanálise em episódio do Bom de Papo

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Foto de capa: Reprodução/YouTube.
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“Eu sempre tive necessidade de cantar [e] trazer tudo ao meu redor pro meu universo. Eu sempre tive muita facilidade em escrever […] e aí eu sempre pensei: ‘Poxa, acho que é interessante mostrar a minha verdade, o jeito que eu penso, meu ponto de vista e a minha visão poética sobre as coisas’”, afirmou em meio a uma dose de timidez e confiança o cantor e compositor Sandrera no último episódio do programa Bom de Papo.

Exibido na TV Tribuna no último dia 10, por lá o músico conversou sobre os mais recentes destaques de sua carreira com o apresentador Fabio Flores—que não economizou elogios sobre seus 17 anos de trajetória. “Se você em algum momento tivesse decidido abrir mão desse talento de escrever, de retratar o teu cotidiano em letra, você estaria dando um prejuízo muito grande ao universo”, afirmou orgulhoso.

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Durante a conversa, boa parte do assunto girou em torno de sua relação com Raul Seixas: o videoclipe de “Tá Freud, Baia” (que deixou muita gente pensando que se tratava de uma raridade do próprio Raul); a repercussão de seu novo single, “Querida Kika” (fruto da musicalização de uma carta escrita por Seixas à sua antiga mulher); e a história de que Sandrera seria filho do eterno maluco-beleza (“Raul é uma fonte de inspiração”, confessou).

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Além disso, Sandrera também falou de seus novos projetos, que de certa forma refletem sua relação com a psicanálise, assunto tão presente em suas composições. Um deles é a gravação de um novo disco intitulado Canções de Dar em Doido. Outro já é o livro Morando com Freud, que o músico está escrevendo com uma autora do sul. Como se não bastasse, em breve Sandrera também pretende lançar mais um livro, sendo este chamado Amorança.

Assista abaixo ao episódio na íntegra.

Texto: João Depoli; Foto de capa: Reprodução/YouTube.

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